segunda-feira, 23 de agosto de 2010


Dificil descreve-las, elas ja se conhecem a algum tempo 8 meses pra ser exato, e se envolveram a um pouco menos foi no dia 23/02/2010. Em que uma delas tomou iniciativa e se sentiu preparada para então começar uma história. Não, elas ainda nao se amavam, elas tinha um gostar, um querer, um desejo de fazer dar certo mas não era o amor, aquele que foi se descobrindo, surgindo, nascendo a cada dia, a cada briga, risada, a cada particularidade que só importava as duas e de fato era algo só delas. Era diferente, era intenso demais, rapido demais, avassalador demais, tudo que se referia a elas vinha junto com excesso. Elas foram se descobrindo, se conhecendo melhor, então perceberam que não era preciso ser "demais" que até mesmo o pouco que tinham bastava.

Tudo que tinham era significativo,era bonito, ninguem precisava achar mais pra elas era o que mais importava, a beleza na troca de olhares, nos pequenos gestos, e sem o menor esforço perceberam que o amor que sentiam, já não era tao avassalador, ele sabia esperar, ele era calmo, era convencional e brega. Era o amor que elas queriam, era pelo que esperavam,era o que tinham encontrado ao se ver no reflexo da outra.


A mesma que antes tomou a iniciativa, se viu a beira de um precipicio ao ver que suas constantas burradas, quase lhe fizeram perder esse amor, ela era tola, muitas vezes impulssiva, e inconsequente, ela tinha tanto medo de perder aquela que lhe fazia bem, lhe dava paz e que era responsavel por seus sorrisos diários, suas lagrimas de saudade e por seus suspiros em pequenas coisas.
Ela não podia se ver longe daquela que escolheu e por quem havia sido escolhida.

Hoje, nesse dia tão especial e fim de outro tão importante quanto ela tenta apenas se redimir e ser merecedora de ser "a outra do lado de cá da linha".
Hoje, ela se sente tão culpada por ter feito tão mal a outra que se fosse possivel ela sumiria, ou apagaria tudo que fez.
Hoje, ela sabe que nao quer nunca mais errar desse jeito, e ver nos olhos daquela que ama a decepção, a magoa, e tamanha tristeza.
Hoje, ela se sente insegura, ela sabe que tudo que havia feito ate aqui não era de longe comparado a tudo que recebeu.
Hoje, ela chora enquanto lhes escreve.
Hoje ela so quer olhar nos grandes olhos de seu amor e sentir que tudo vai passar, e que terá o perdão de seu amor.

Hoje, esta sou eu !


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

È iniziato tutto...

" Nos meus quase 17 anos vividos já experimentei muitas coisas, a lágrima da solidão, a dor da decepção, a alegria da ilusão... Já pensei ser feliz e descobri que tudo não passava de mentira , já menti pra mim mesmo, pros outros, escondendo aquela lágrima que insistia em cair.
Já
vivi acasos, já vivi fatalidades já, já vivi pela força do destino. E vez ou outra me pego pensando na mais doce fatalidade, no mais encantador acaso e no mais surpreendente destino, em simples palavra... O dia em que eu a conheci. Fatalidade, destino, acaso, amor, paixão, encantamento. Seja qual adjetivo ideal que se encaixa, nada, nada vai descrever o dia, a hora e o lugar em que eu me perdi por ela.

Eu lembro que quando eu a conheci, não era minha intenção de me apaixonar, mas pouco depois eu vi que era em vão tentar evitar, tão linda, tão maravilhosa, tão encantadora. É, eu não tive como evitar. Os sentimentos vieram rapidamente, eu não consegui controlar. Carinho, confiança, respeito e paixão, depois do primeiro beijo pude confirmar que era com ela que eu sempre quis estar.
Então ela é aquilo que eu nunca esperei ter, aqui que eu nunca se quer sonhei pra mim, mas que veio me completou e agora é a dona do meu coração.
A distância nos separa agora, nessa noite fria, mas nossos corações estão aquecidos pelos sentimentos que agora floresce a cada palavra, a cada gesto de carinho.
Não sei se é paixão, mas sim eu desejo você e sim você é diferente de tudo que eu conheci. E posso dizer que quando o assunto é você nada mais tem a mínima importância. E eu nunca planejei você e se no começo eu tinha dúvidas, medos e se no começo não parecia algo sério pra mim agora eu sei... Que eu quero estar ao lado dela, quero vê-la, esta com ela e senti-la comigo sempre, quero o sabor daquela boca, o toque daquelas mãos, o brilho daqueles olhos, quero teus limites quero te sentir. E se isso tem a ver com amor eu quero dizer, que eu te amo e quero viver e planejar a minha vida com você. E só com ela. "

sexta-feira, 6 de agosto de 2010


E então elas descobriram a fórmula pra fazer dar certo. ♥

O tabu foi quebrado !
Elas resolveram falar sobre tudo, elas descobriram que era o momento, falaram sobre tudo, até mesmo sobre os mais sombrios assuntos e estes eram os mais temidos e evitados, elas choraram !
Desabaram em sí, o medo veio e se acomodou foram alguns segundos, minutos e horas. Interminaveis, não?!
Parecia ter parado, nada era dito, os olhares contestadores e magoados eram cruzados, cerrilhados.
A voz se calou!
Elas não aguentaram, choraram por mais algum tempo, prometeram, não tinha mais contestação nem magoa, tinha-se medo, insegurança, elas eram fortes, conseguiriam, conseguirão.
Se ouviram, choraram por mais alguns minutos e então o ar faltou, e elas concluiram.

Elas se amavam, se amam, se amarão !

Decidiram não mais protestar, elas se calaram mais uma vez, não era preciso dizer mais nada era amor, era ausência, saudades, ciúmes, alegria, vontade, inquietação e desejo aahh como era forte e presente na verdade ele era constante, inigualavel. Mais a que me refiro?
A cumplicadade, ela havia sido criada sem que elas percebessem, brotou da mais cruel forma mas estava ali, era ela responsavel por tudo, foi ela quem fez do silencio o sorriso bobo, o olhar apaziguador, e com que elas voltassem enfim a respirar..

Não que está diminua o peso das constantes brigas, mas elas sabem que são apenas para "esquentar " um pouco, pra sair da monotonia, pois até onde haja essa junção de sentimentos e emoções elas sabem, sempre havera um novo amanha.


Elisa da Silva Peixoto

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Só me resta o silêncio, o vazio...


Por hora estão guardadas todas as menções ao amor, que se escondeu nas mais profundas instâncias de todo o meu ser. Só olharemos pro medo, que vem avassaladoramente esterilizando os olhares, não... Não faremos menção ao ódio porque este não existe, só o que resta agora é o medo, pai e companheiro, medo dos infindáveis oceanos, dos desertos, dos soldados, das igrejas, mas principalmente de mim. Medo do que eu sinto, medo do que eu quero, medo do que eu penso, medo de tomar a decisão que deve ser tomada. Menções à morte e ao que vem depois dela, porque talvez aos pés do meu túmulo nascerão aquelas flores que conhemos tão bem. Lírios, não são?

I'll carry the world on my shoulders.

sábado, 10 de julho de 2010

E nada faz sentido...


This Pierrot is bleeding, but you can't see his blood, it's nothing but some feelings that this old dog kicked up. can't sing a love song like the way it's meant to be. Well I guess I'm not that good anymore but babe that's just me... And I'll love you, babe, always and I'll be there forever and a day, always, I'll be there till the stars don't shine, till the heavens burst and the words don't rhyme and I know when I die, you'll be on my mind. Your pictures that, you left behind are just memories, of a different life... Some that made us laugh, some that made us cry. What I'd give to run my fingers, through your hair, to touch your lips, to hold you near. When you say your prayers, try to understand I've made mistakes, I'm just a girl. If you told me to cry for you, I could, if you told me to die for you, I would. Take a look at my face, there's no price I won't pay to say these words to you.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O amor é possível...


Então fica claro que eu não preciso de um conto de fadas nem mais um milênio de sono, mas é extremamente importante que a verdade me encante. Uma montanha de sonhos empilhados, mas não pode perceber porque ainda sente aquele fogo do começo. Aquilo que me pertuba também me encanta... Eu me pego a pensar... Em todas as coisas e eu quero, que eu sonho, que espero. Eu espero que você me ligue dizendo que acordou sentindo minha falta, que o meu silêncio começou a doer em você, que me ama. Me ligue pra dizer que choveu, que esquentou, que você está bem ou que não está tão bem quanto gostaria, mas que está bem. Me faça chorar de novo se preciso for, chore comigo se der vontade, divida sua dor comigo. Afinal, é assim que as coisas devem ser. Me diga que seus planos já não são tão bem sucedidos. Que eu faço falta na sua rotina, que não sou substituível. Queria que me ligasse pra dizer que suas outras garotas não te aceitavam tão bem quanto eu, que é mais feliz comigo, ou que sabe que me ligue pra dizer que elas te fizeram feliz como eu não sei fazer. Ligue pra conversar a toa que seja, nem precisa dizer que sente minha falta, ou que me ama, ou até que está com saudade. Eu consigo sentir na sua voz, na verdade você nem precisaria me pedir pra voltar pra você é só você mesma voltar. Queria que me contasse as coisas boas do seu dia, seus sonhos, suas fantasias, me conte como é bom quando estou aí. Queria que viesse, me desse um abraço bem forte que fizesse meu mundo parar, um beijo de boa noite que fizesse ele voltar a girar, como quando eu cantei pra você e você disse que me amava, onde eu acreditei que devia ser assim, onde eu virei a sua garota. Venha, não diga nada, fica quietinha do meu lado, me deixa te ouvir respirar, deita aqui de conxinha, ou meu deixa te ver dormir como a outra vez. Não diz nada, só me deixa te sentir e só.

terça-feira, 6 de julho de 2010

E quando [...]


O que você faz quando o lutar por algo cansa mais que o que te interessa? E o que você faz quando procura um refúgio num olhar que não existe? E você já tentou gritar, tentando a qualquer preço que o ar saísse e formasse sons, mesmo sem saber se teu fôlego aguentaria até o fim? E você já sentiu tendo de provar pra todo o mundo que está bem, fingindo um entusiasmo na voz que não te pertence? E quando o que você tem não basta, mesmo sabendo que tem gente que daria tudo para ter? Já sentiu como se sentissem que você é diferente e você se esforça pra ser melhor? Já sentiu como se os erros da sua vida que você acredita terem passado acenam pra você do funda da sala e você finge não reparar? Você já fez coisas na esperança de voltar a sentir o que já sentiu e o resultado não foi além de uma cópia muito gasta daquilo que uma vez já foi?
Será que alguma vez alguém fará as perguntas certas? Será que vou ter sempre de contar as mesmas histórias para não ser surpreendida? E por quanto tempo o ar ainda vai queimar? E quanto é preciso arrumar a cara para corresponder a expectativa alheia? E quando os outros são paredes onde se esbarra quando se tenta agarrar qualquer coisa mais dentro?